Remover as próteses de silicone e reconstruir as mamas sem implantes não é só “tirar e pronto”. Costuma envolver remover a cápsula que se formou ao redor da prótese (quando indicado), remodelar a mama com o próprio tecido e, em alguns casos, usar gordura da própria paciente para melhorar a forma. O custo total nasce da soma de quatro itens: estrutura hospitalar e anestesia, honorários da equipe, materiais/curativos/modeladores e a complexidade do caso (cápsula espessa, ruptura, assimetrias, pele mais flácida, necessidade de enxertia de gordura, etc.).

Onde o convênio pode ajudar

Exames pré-operatórios: em geral, o convênio pode cobrir exames de sangue, risco cirúrgico e exames de imagem (como mamografia, ultrassom ou ressonância), conforme o plano contratado e pedido médico. Isso já reduz parte dos custos antes da cirurgia.

Quando há complicação documentada (ex.: ruptura da prótese): em alguns casos, com laudo de imagem confirmando ruptura ou outra intercorrência clínica, o convênio pode autorizar parte da internação hospitalar e insumos relacionados à retirada da prótese/cápsula. Isso diminui significativamente o custo de hospital/anestesia.

Importante: a reconstrução estética sem implantes (como lipoenxertia e remodelação para formato/contorno) geralmente não é coberta, e os honorários da equipe costumam ser à parte, podendo haver reembolso conforme as regras do seu plano.

O que normalmente fica fora do convênio

Honorários do cirurgião e da equipe (cirurgião auxiliar, instrumentação, acompanhamento), que são cobrados de forma particular com possibilidade de reembolso dependendo do contrato do plano.

Procedimentos de cunho estético na reconstrução sem implantes (ex.: enxertia de gordura para contorno), modeladores/malhas, parte dos curativos especiais e medicamentos não padronizados.

Como funciona na prática (exemplos simples)

Cenário A – Explante eletivo sem ruptura: exames pré-operatórios pelo convênio; cirurgia e reconstrução cobertas de forma particular (com opção de pedir reembolso se o seu plano oferecer).

Cenário B – Ruptura confirmada em exame: exames e internação/estrutura podem ter cobertura parcial pelo convênio; honorários da equipe e parte estética da reconstrução ficam à parte (com reembolso quando aplicável).

Cenário C – Assimetria/cápsula espessa com sintomas: semelhante ao cenário B; depende de documentação clínica, pedido médico e autorização prévia.

  • Documentos que costumam ajudar
  • Pedido médico detalhado.
  • Laudos de imagem atualizados (ultrassom, mamografia, ressonância quando indicada).
  • Fotos clínicas, quando solicitadas.
  • Carteirinha do plano e dados da operadora para autorização.

E o valor final, como entender?

Sem colocar números, pense que o investimento total costuma se comparar a uma viagem internacional completa, uma reforma bem feita de um cômodo ou um tratamento odontológico extenso. Quando o convênio entra com exames e, nos casos elegíveis, com parte da internação, a conta fica mais leve; o que sobra é, principalmente, a parte técnica e estética da reconstrução com a equipe.

Próximo passo

Na consulta, avaliamos o seu caso, pedimos os exames corretos (preferindo uso do convênio), montamos o plano cirúrgico e indicamos o caminho para autorização quando houver critérios (como ruptura). A partir daí, você recebe um orçamento claro, com o que pode ser coberto pelo convênio e o que fica à parte (com orientação para reembolso quando possível).

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