Uma mama pode ter perdido sustentação, esvaziado depois da gestação, endurecido ao redor de uma prótese antiga ou sempre ter apresentado assimetria ou uma forma diferente.
São problemas diferentes — e não deveriam receber a mesma cirurgia.
Por isso, meu planejamento começa entendendo a mama antes de escolher a técnica.
Mamas que mudaram
Gestação, emagrecimento, implantes antigos, contratura capsular, queda, perda de volume e alterações após tratamento oncológico.
Mamas que nunca seguiram o padrão
Assimetrias, mamas tuberosas, hipomastias, atrofias mamárias e mamas muito volumosas desde o desenvolvimento.