1. Primeiro, precisamos confirmar se é ginecomastia
Pode ser glândula, gordura, flacidez ou a combinação dos três. Isso muda a técnica, o custo e a recuperação.
2. A consulta define o plano cirúrgico
Na avaliação, analisamos o volume, a aréola, a pele, a simetria, o peso, o tórax e o grau de incômodo do paciente.
3. Exames podem ser necessários antes da cirurgia
Ultrassonografia das mamas, exames de sangue e avaliação clínica ajudam a confirmar o diagnóstico e aumentar a segurança.
4. Em alguns casos, o convênio pode participar
Quando há indicação médica, o plano pode ajudar com exames, hospital, anestesia e parte do procedimento, dependendo da cobertura e da autorização.
5. Honorários médicos podem ser particulares
Mesmo quando há uso do convênio para estrutura hospitalar, os honorários da equipe cirúrgica podem ser cobrados separadamente.
6. O valor depende da complexidade
Casos simples, com pouca glândula, tendem a ser menores. Casos com muita gordura, flacidez, assimetria ou cirurgias anteriores podem exigir mais estrutura.
7. A técnica pode envolver lipoaspiração
Quando há gordura associada, a lipo ajuda a melhorar o contorno do tórax e deixar o peitoral mais plano.
8. Quando existe glândula, ela precisa ser retirada
Treino e dieta não removem a glândula verdadeira. Por isso, muitos pacientes fortes ou magros continuam com o “bico do peito” estufado.
9. A cicatriz geralmente fica próxima à aréola
Quando há retirada da glândula, a incisão costuma ser pequena e posicionada em área discreta, mas cicatriz sempre existe.
10. A cirurgia costuma ser de curta internação
Em muitos casos, o paciente recebe alta no mesmo dia ou no dia seguinte, conforme anestesia, extensão da cirurgia e segurança clínica.
11. O afastamento do trabalho costuma ser breve
Para atividades leves e trabalho de escritório, muitos pacientes retornam em poucos dias. Trabalho físico exige mais tempo.
12. Academia precisa esperar
Caminhadas leves podem voltar antes, mas treino de peito, carga, impacto e musculação intensa geralmente precisam de algumas semanas de liberação progressiva.
13. A malha compressiva faz parte do tratamento
Ela ajuda a reduzir inchaço, controlar o espaço operado e melhorar a acomodação da pele no pós-operatório.
14. O resultado não é imediato
Nos primeiros dias, é normal haver inchaço, roxos, endurecimentos e sensibilidade. O tórax vai definindo ao longo das semanas e meses.
15. O objetivo é liberdade no dia a dia
Vestir camiseta sem marcar, treinar sem constrangimento, ir à praia com mais segurança e parar de esconder o tórax: esse é o benefício real da cirurgia.
Médico, empresário, cirurgião geral e cirurgião plástico, com mais de uma década de formação, especialista em plástica mamária estética, reconstrutiva oncológica, explantes e mamoplastias sem próteses. Título de especialista pelo MEC, SBCP, AMB. CRM-DF 26070 | RQE Cirurgia Plástica 20448.