Nariz, pálpebras, lábios, orelhas, testa e bochechas são áreas delicadas. Às vezes, uma lesão pequena por fora pode exigir uma reconstrução mais cuidadosa depois da retirada, principalmente quando existe risco de deformidade, retração, cicatriz aparente ou alteração funcional.
O tratamento costuma envolver a retirada cirúrgica da lesão com margens adequadas e, quando necessário, reconstrução local com retalhos, enxertos ou técnicas específicas para cada área da face. O objetivo é tratar a doença e, ao mesmo tempo, entregar uma cicatriz bem posicionada, discreta e compatível com a anatomia do rosto.
Em muitos casos, o convênio pode ajudar de forma importante, especialmente quando há diagnóstico confirmado ou suspeita médica de câncer de pele. Dependendo da indicação, pode haver cobertura de consulta, exames, biópsia, cirurgia, centro cirúrgico, anestesia, internação e reconstrução da área tratada.
Os honorários médicos e a estratégia de tratamento são avaliados individualmente, conforme o tipo de lesão, localização, tamanho, necessidade de reconstrução e regras do plano de saúde. O mais importante é não tratar câncer de pele na face como “uma pintinha simples”: nessa região, técnica, planejamento e experiência fazem muita diferença.